sábado, 20 de abril de 2019
Origem da Vida 1 ( ABIOGÊNESE & BIOGÊNESE)
Origem da Vida


Especiação
ESPECIAÇÃO
Evidências Evolutivas
Evidências da evolução
A teoria da evolução postula que todas as formas de vida que conhecemos atualmente surgiram a partir do processo de descendência com modificação a partir de um mesmo ancestral comum. Embora sempre tenha havido muita polêmica em torno desta teoria, hoje ela é sustentada por inúmeras evidências. Vejamos abaixo algumas delas:
Fósseis
Observações diretas
Evidências anatômicas

Evidências moleculares
Tipos de Seleção Natural
TIPOS DE SELEÇÃO NATURAL
A seleção natural é um dos mecanismos básicos da evolução propostos por Darwin e pode ser classificada em três tipos: a seleção direcional, estabilizadora e disruptiva.→ Tipos de seleção natural
Neodarwinismo
Neodarwinismo
Lamarckismo, Darwinismo e Neodarwinismo
Ideias de Lamarck
Ideias de Darwin
Neodarwinismo
Teorias Evolutivas ( Darwin & Lamarck)
Darwinismo
Lamarckismo
- Uso e desuso: órgãos ou estruturas utilizadas constantemente tenderiam a aumentar de tamanho, enquanto àquelas não utilizadas sofreriam atrofiamento e consequente desaparecimento;
- Transmissão dos caracteres adquiridos: as características adquiridas pelo processo de uso e desuso seriam transmitidas para as gerações seguintes.

sábado, 17 de novembro de 2018
Herança do sexo 1 e 2
Sistema Rh e MN
Fenótipos | Genótipos |
M | L ML M |
N | L NL N |
MN | L ML N |
Fenótipos | Genótipos |
Rh + | RR ou Rr |
Rh - | rr |
Sistema (ABO) Grupos Sanguíneos
Amostra 2 - sangue tipo B.
Amostra 3 - sangue tipo AB.
Amostra 4 - sangue tipo O.
ABO | Substâncias | % | Pode receber de | ||||||||
Tipos | Aglutinogênio | Aglutinina | Frequência | A+ | B+ | AB+ | 0+ | A- | B- | AB- | O- |
AB+ | A e B | Não Contém | 3% | X | X | X | X | X | X | X | X |
A+ | A | Anti-B | 34% | X | X | X | X | ||||
B+ | B | Anti-A | 9% | X | X | X | X | ||||
O+ | Não Contém | Anti-A e Anti-B | 38% | X | X | ||||||
AB- | Ae B | Não Contém | 1% | X | X | X | X | ||||
A- | A | Anti-B | 6% | X | X | ||||||
B- | B | Anti-A | 2% | X | X | ||||||
O- | Não Contém | Anti-A e Anti-B | 7% | X | |||||||
Fenótipos | Genótipos |
A | I AI A ou I Ai |
B | I BI B ou I Bi |
AB | I AI B |
O | ii |
Probabilidade
Para que Mendel pudesse chegar aos seus resultados, ele utilizou muitos métodos estatísticos para sua interpretação, calculando as probabilidades de ocorrer os eventos. A probabilidade serve para estimar matematicamente a possibilidade de ocorrer eventos que acontecem ao acaso, ou seja, por questão de sorte. Pode ser definida pela seguinte fórmula:
P (A) = A/S
Onde P é a probabilidade de um evento ocorrer, A é o número de eventos desejados e S é o número total de eventos possíveis.
Exemplo: Quando jogamos uma moeda para cima, temos duas possibilidades de resultado: ela cair com a face “cara” voltada para cima, ou com a face “coroa” voltada para cima. Portanto temos duas possibilidades. A possibilidade de sair cara é de 1/2 ou 50%, pois temos uma chance (sair cara) em duas possibilidades (cara ou coroa).
A probabilidade é um evento esperado, uma possibilidade, portanto, não é certeza que vá ocorrer. Quanto mais repetições ocorrerem, mais chances a previsões terão de dar certo.
Quando utilizamos cálculos de probabilidades em genética, não podemos dizer que os indivíduos que irão nascer terão obrigatoriamente os genótiposcalculados, pois é questão de sorte. Quanto mais indivíduos nascerem, mais chances dos resultados práticos se aproximarem dos cálculos.
Regra do “e”
Quando a ocorrência de um evento não afeta a ocorrência do evento seguinte, dizemos que eles são independentes. Quando queremos calcular a probabilidade da ocorrência de eventos independentes de uma vez só, utilizamos a regra do “e”.
Exemplo: Se jogarmos duas moedas para cima, qual a probabilidade de sair “cara” nas duas?
Resolução:
O fato de sair “cara” em uma moeda não afeta a chance de sair “cara” na outra. Quando acontece esse tipo de evento, multiplicamos as probabilidades dos eventos independentes:
R = 1/4 ou 25%
Em genética utilizamos a mesma linha de raciocínio. Por exemplo: Qual a probabilidade de um casal ter dois filhos do sexo feminino?
Resolução: O nascimento da primeira filha não afeta a chance de o segundo filho ser do sexo feminino, pois a segregação dos alelosde um gene é tão ao acaso quanto jogar uma moeda para cima e obter “cara” ou “coroa”. Portanto:
R = 1/4 ou 25%
Regra do “ou”
A regra do “ou” é utilizada quando queremos calcular a probabilidade de ocorrer um evento ou outro numa mesma oportunidade.
Por exemplo: Qual a chance de sair “cara” ou “coroa” em uma jogada de moeda?
Resolução: Esses dois eventos não ocorrem juntos, pois é um ou o outro, logo são mutuamente exclusivos. Quando temos esse tipo de situação, somamos as duas probabilidades:
R = 1
Exemplo 2:
Qual a probabilidade de um casal ter dois filhos, sendo um menino e uma menina?
Resolução: Para responder esta questão, utilizaremos as duas regras:
R = 1/2